25 setembro, 2012

Sim, culpa dela.


Hoje eu esperei uma meia hora no terminal para pegar o único ônibus que me trás para casa, nesse meio tempo, entre uma ou outra musica, eu observava um garoto peculiar. Eu realmente quis me aproximar e pedir um cigarro, mesmo que somente puxar assunto. Não, não era só para puxar assunto, eu realmente queria um cigarro e o fato de poder puxar assunto era o que me motivava. Ele parecia alguém que gostasse de livros, de boa musica, até um pouco de Psicologia. E isso chamava minha atenção, mesmo depois de voltar as minhas crônicas eu o olhava novamente, mas só prestei total atenção depois que ele sustentou meu olhar por longos 7 minutos. Eu o vi consumir uns dois ou três cigarros durante a espera. Eu desejava poder conversar com ele. Mas nunca antes havia despertado essa curiosidade. Conversar com um estranho por causa de um cigarro e de sua “boa aparência”. Então me ocorreu, não era o garoto com o cigarro que me chamava à atenção e sim quem o garoto e o cigarro lembravam-me. E lá estava eu rindo, observando o garoto que me lembrou a Ruiva.

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