20 setembro, 2011

Vento de duvidas


Lá estava ela sentada pensando, quanto tempo teria de esperar até resolver seu problema, quando a garota viria e lhe daria a esperada resposta. A impaciência lhe acelerava o coração, provando que ainda tinha um, apesar de tudo.
O pulso enfaixado e os curativos na perna estavam ardendo como nunca, a dor da lamina voltara para lembrar-lhe que a vida já não satisfazia tanto quanto antes. Agora estava frio ou pelo menos era o que parecia ao julgar as pessoas colocando seus casacos, mas ela já não sentia mais nada nem frio, nem calor, quem dera amor ou felicidade.

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