05 fevereiro, 2011

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2009 foi o pior ano da minha vida. É engraçado que eu até hoje não sei se a dor passou ou se fui eu que acostumei com ela. O que eu tenho certeza é que eu não quero voltar a ser quem eu fui.- Vulnerável.
Você já se sentiu assim? Como se nada, nem ninguém conseguisse mudar o que você sente? Como se você vivesse literalmente susceptível as circunstâncias que iam acontecendo na sua vida?" Depois de todas as tempestades e naufrágios o que fica de mim, em mim é cada vez mais essencial e verdadeiro. "
Eu fiquei cansada de " construir e demolir " fantasias. Dias cheios de altos e baixos. Duvidas frequentes que não saiam da minha cabeça. Esperar ou esquecer ?
Eis que surge o maior dos problemas. Esperar dói, esquecer dói. Mas não saber se deve esperar ou esquecer é a pior das dores.E quem disse que é fácil esquecer ? E quem disse que é possível ? Sim, esquecer é possível, mas um tanto difícil.
Durante muito tempo chorei e senti saudade da maneira mais humana possível. Mas isso não mudou em nada. Deitei a cabeça no travesseiro e fiquei pensando como seria se pudessemos apagar uma parte da nossa vida. (Acredito que todos já tenham pensado nisso).
Confesso que a tentação de poder apagar tudo aquilo que desencadeou a minha dor foi grande, mas depois de tanto pensar optei por não querer apagar. Com diz o meu preferido " Aprende, aprende, aprende que dói menos. "
No fim de tudo percebi que o certo é lutar e tentar ser feliz.
E uma coisa é fundamental (e dificílima) - Acreditar

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