31 janeiro, 2011

Sentir, sentir.


Os mistérios da minha alma são as minhas lágrimas,
Elas sempre denunciaram essa fragilidade
Estampada e escancarada do meu sentir.
Esse olhar para o olhar do outro,
O tocar embrulhado em afetos
O coração pulsando descompassado
Os mistérios da minha alma são tão frágeis quanto os da sua alma.
Os nossos segredos escondidos de nós e revelados
Sobre a mais forte luz da nossa intimidade
O que é que eu posso contra o encanto do amor?
O encanto que volta sempre a me enfeitiçar.
Esse caminhar constante,
Nessa roda gigante de sentir, sentir.
Não descarto e nem coleciono desafetos,
Mas não tenho mais tempo para amor discreto,
Pois frágeis são os mistérios da minha alma.

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