13 outubro, 2010


Desenhando desenhos indistintos em um papel desbotado, criando formas inexistentes,
fazendo o tempo passar, querendo não pensar.


Inevitável.


Escorre as lágrimas, o sangue , o desejo, o tempo...




E cada ponto nervoso do corpo parece explodir de uma só vez, algo semelhante a agonia, cada terminação nervosa pulsando, são tantos, tantos os devaneios.


São tantos, tantos os receios, chega ao nível do medo.




E continuamente se esvaia e volta, me deixa louca. Acaba, volta ,mais forte , começa doer, dói, dói .. Dói ... É pulsante.




Finalmente esta acabando, e de repente volta a doer mais forte .. Nunca acaba !!


-Desconhecido por esta pensadora

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